A S3 é construida sobre sete princípios fundamentais, que também podem ser considerados valores que moldam a cultura organizacional. A compreensão destes princípios é útil para a adoção de padrões de S3 e primordial para a sua adaptação.

Praticar a S3 ajuda as pessoas a apreciar o valor essencial dos Sete Princípios tanto para indivíduos quanto organizações.

São eles:

EFICÁCIA

Dedique tempo apenas para o que te leva mais perto dos seus objetivos. Evitar o desperdício, remover impedimentos e procurar soluções que são boas o suficiente por agora, e seguras o suficiente para tentar.

 

 

CONSENTIMENTO

 

Faça algo somente quando não encontrar razões pelas quais se não fizer aquilo estaria diminuindo as chances de alcançar os objetivos compartilhados.

 

 

TRANSPARÊNCIA

 

Deixe toda a informação acessível a qualquer pessoa da organização. A confidencialidade requer consentimento. Todas as informações relevantes são mantidas atualizadas e informações históricas são arquivadas para referência.

 

EMPIRISMO

 

É a base do método cientifico que consiste em testar todas as suposições sobre uma organização e suas interações através de experimentos avaliação contínua e a falsificação. Ao fazermos uso das experiências adquiridas na investigação e observação do sistema podemos criar uma organização que aprende e que é eficaz e resiliente em momentos de mudança.

MELHORIA CONTINUA

 

Responda a mudanças em pequenos incrementos, construindo e transformando o que já está ai, para reduzir o risco e a resistência e para acomodar a constante aprendizagem empírica. Na maioria das vezes, a evolução é mais eficaz e mais sustentável do que a revolução. Se aplica a tudo: estratégia, diretrizes, produtos, habilidades, processos, valores e instrumentos.

 

 

EQUIVALÊNCIA

 

As pessoas afetadas pelas decisões podem influenciá-las e alterá-las com base em argumentos. Posição, graduação, função ou papel não têm qualquer influência especial na tomada de decisão.

 

 

RESPONSABILIDADE

 

Responda quando algo é necessário e seja responsável por fazer aquilo que você acordou. Aplica-se a grupos, organizações e individuos e promove uma mudança positiva da postura de termos “ser cobrados” para uma cultura de autorresponsabilização. Implica tanto firmar compromissos quanto gerir expectativas em qualquer relação: ao entrar em acordos, ao fazer aquilo que acordamos e ao respondermos por aquilo que não fizemos.